Deficiência e a Sociedade
Por anos afora vem se discutindo o que é um deficiente ou que pessoas são consideradas deficientes. Ser deficiente é algo totalmente relativo. Eu diria que uma pessoa só é deficiente se ela acredita ser. O problema é que o mundo atual força as pessoas cadeirantes ou com problemas mentais a se sentirem deficientes, diferentes e até inferiores.
O mundo globalizado faz com que as pessoas evoluam suas mentes para entender as novas tendências e tecnologias. Mas parece que o mundo não consegue evoluir quanto aos pensamentos às pessoas com necessidades especiais. Sempre um obstáculo é colocado entre a vida normal e a vida especial, deixando essas pessoas excluídas da sociedade, à margem da vida.
E o que essas pessoas podem fazer contra isso? Nada. Afinal, apesar de campanhas, o mundo continua preconceituoso. O governo em si não liga para essas pessoas. Leis são criadas, mas nunca aplicadas. Ou seja, a sociedade faz com que essas pessoas tenham que se conformar com jeito que são. Mas se conformar num sentido negativo da palavra. Agora, deficientes mesmo são essas pessoas preconceituosas. Essas sim precisam de muita ajuda. Ajuda que a ciência ainda não conseguiu criar.
Observação: Esta é a última postagem do blog. Obrigado àqueles que nos visitaram durante o tempo que estivemos no ar.
Escrito por Caio Martins às 01h04
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Empregos para deficientes
Falar de "inclusão social" é sempre bonito e todo mundo acha legal, mas nem sempre o discurso é posto em prática. São poucas as tentativas de incluir os deficientes na sociedade, e as poucas iniciativas acabam barrando no preconceito daqueles que pouco conhecem os portadores de necessidades especiais.
Um dos maiores problemas é, sem dúvidas, arrumar um emprego. Uma pessoa que não consegue andar, por exemplo, não é impossibilitada de trabalhar. Mas é raro achar empresas que disponibilizem vagas para essas pessoas, julgando-as incapazes de fazer qualquer coisa.
Ainda assim, algumas tentativas existem e devem ser elogiadas. O site Deficiente Online ( http://www.vagasparadeficientes.com.br/ ) disponibiliza várias vagas em diversas empresas diferentes para todos os tipos de portadores de necessidades especiais - seja deficiente visual, auditivo, físico, mental ou qualquer outro.
Os deficientes que procuram um emprego podem se cadastrar gratuitamente no site e avaliar as ofertas disponíveis nas mais variadas áreas. Empresas que disponibilizam vagas para portadores de necessidades especiais também podem se cadastrar e anunciá-las.
Por Daniel Junqueira
Escrito por Janine às 12h18
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Vitória dos direitos básicos
O caso Damião Ximenes Lopes é conhecido por ser um grande marco na luta dos Direitos Humanos. Foi a julgamento na Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA por ser vítima de maus-tratos em uma casa de repouso para deficientes mentais no Ceará que ficava sob supervisão do SUS (Sistema Único de Saúde). Damião faleceu em quatro de outubro de 1999. O governo brasileiro foi indiciado por este crime.
O Brasil foi condenado por violar diversos artigos da Convenção Americana de Direitos Humanos: o 4º que reza o direito à vida, o artigo 5, direito à integridade física, o artigo 8 dos direito às garantias judiciais e o 25º que menciona o direito à proteção judicial.
A indenização será um valor alto. No início foi oferecido um salário mínimo, mas a família recusou alegando ser uma quantia desrespeitosa pela dor sofrida do familiar.
Escrito por Caue às 21h26
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A ineficiência das relações humanas
As relações entre as pessoas sempre são muito complexas e imprevisíveis. Mas as relações entre as pessoas ditas normais com as pessoas que possuem necessidades especiais são ainda mais complicadas. Em parte, porque são poucas as pessoas que estão dispostas a se relacionar com os deficientes de uma maneira positiva. A maioria só ajuda no processo de exclusão dessa parcela já excluída pelas suas próprias diferenças e limitações. Sejam deficientes físicos ou mentais, a estranheza e o desconforto que causam nas pessoas ainda é visível e até mesmo gritante. Quando estamos em um ônibus, por exemplo, e um passageiro portador de alguma deficiência entra, podemos perceber que instantaneamente os olhares se voltam para as janelas, para o trânsito e para o teto. Isso acontece por vários motivos, seja por dó, por medo ou até mesmo por repugnância. O fato é que sempre nos negamos a encarar o que é diferente. Temos que entender que se os processos de desenvolvimento e aprendizagem de pessoas especiais são diferenciados, o seu processo de relacionamento com as outras pessoas também será. Suas deficiências podem torná-las mais fortes em determinados pontos, mas ainda são humanos e, como tais, sensíveis a maneira como são tratados pelos outros humanos. O bem que um olhar de carinho e uma palavra de compreensão podem fazer no dia de uma pessoa com necessidades especiais é incalculável. Não percebemos a importância que pequenas ações do nosso dia a dia podem ter na vida de outros. Um olhar desviado cheio de medo e pavor por uma perna ou um braço que não estão lá pode significar o fim da alegria de alguém, além de mostrar que a parte do corpo que mais falta nas pessoas é o coração.
Escrito por Janine às 21h59
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Dia Internacional do Deficiente

Dia 03 de dezembro é comemorado o dia internacional das pessoas portadoras de deficiências, um dia para promover os direitos humanos deles.
A data escolhida coincide com o dia da adoção do Programa de Ação Mundial para as Pessoas com Deficiência pela Assembléia Geral da ONU, feita em 1982. As entidades mundiais da área esperam que com a criação do Dia Internacional todos os países passem a comemorar a data, gerando conscientização, compromisso e ações que transformem a situação dos deficientes no mundo.
A celebração acontece de diversas maneiras com único foco da conscientização da sociedade de respeitar os direitos dos portadores de deficiência.
Escrito por Degiane às 11h03
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Síndrome de Down: escola comum ou especial ?

Fonte: http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/0831776.jpg
A síndrome de down é derivada de uma alteração genética na divisão celular devido a um cromossomo excedente. Esse cromossomo provoca alterações físicas e mentais, acarretando maiores limitações, das quais podem ser superadas com a prática de atividades que ajudem no desenvolvimento, seja mental ou físico.
Muitos especialistas afirmam que a escola comum deverá ser usada por essas crianças excepcionais. Isso por que ajudará a criança no convívio com as outras e com as mudanças de ambientes, o que é importante. Escolas públicas ou particulares têm a obrigação de matricular qualquer tipo de pessoa, não importando raça, credo ou se ela possui algum tipo de deficiência. O problema no entanto, é saber se essas escolas então prontas para receber um aluno “diferente” e se essa tem um ambiente escolar “inclusivo”, o que é essencial, para que depois isso se reflita na sociedade. Esse ainda é um dilema que muitos pais passam com seus filhos especiais, toda escola deveria estar preparada para receber qualquer tipo de criança, já que ninguém é igual a ninguém.
Escrito por Nalim às 09h24
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Boris vai se aposentar
O famoso cão-guia Boris vai se aposentar. Com 10 anos de vida, o labrador da advogada e deficiente visual Thais Martinez foi o primeiro cão a lutar, junto com sua dona, pelo direito de acompanhamento nos meios de transportes públicos de São Paulo.
No ano de 2000, Boris e Thais foram barrados na estação do Metrô Marechal Deodoro. O caso foi para os tribunais e a dupla foi favorecida. Entretanto, em 2001 os dois foram barrados novamente e desta vez a briga ganhou proporções maiores, com até pronunciamento do governador Geraldo Alckmin a favor dos dois.
Por fim, em 2006 o Tribunal de Justiça de São Paulo entendeu que havia leis que garantiam que Thais conduzisse o cão-guia em qualquer ambiente de uso coletivo. O que derrubou a cobrança que o Metrô fazia para a ela apresentar um documento inexistente de Boris. Além deles, apenas outros cães conseguiam entrar no Metrô.
Thais deve partir aos EUA para visitar a ong americana de treinamento de cães-guia Leader Dogs for the Blind e trazer um novo companheiro do mesmo lugar que veio o antigo. Mas eles não vão se separar. Após uma história de conquistas, Boris vai ter uma aposentadoria digna numa casa aconchegante com seu novo colega.

Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20081030/not_imp269258,0.php
Escrito por Kaue às 00h35
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Deve também dominar os princípios do treinamento desportivo, os diversos mecanismos de avaliação e seus processos de periodização. O professor/técnico, que pretende aprofundar-se no treinamento da natação para pessoas com cegueira e deficiência visual, deve como qualquer outro técnico conhecer profundamente a modalidade, suas técnicas, regras e formas de ensino e correção.
Porém, não sendo possível desenvolver o treinamento com seus alunos, busque encaminhar seus atletas a clubes, ou associações esportivas, dando assim aos interessados a possibilidade de desenvolverem-se no esporte de competição.
O atleta, na fase de treinamento, busca a performance por meio da excelência da técnica e de resultados em competições.
Para obtenção destes objetivos, é necessário, entre muitos outros fatores, aprimorar:
Todos os resultados foram conquistados com muito empenho dos atletas e de seus respectivos técnicos e equipes, porém os esforços conjuntos da CBDC e do CPB propiciaram a criação e manutenção de centros de treinamento, onde foram realizados períodos de avaliação e treinamento que proveram os atletas e seus técnicos de informações pertinentes ao treinamento desportivo, proporcionando, assim, mudanças significativas nos resultados obtidos nas competições.
A natação está presente no programa oficial de competições desde a primeira Paraolimpíada, em Roma, 1960. 
Escrito por Leandro às 23h42
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Escolas (Des)Preparadas

(http://acampamento.wikidot.com/metodo-braile)
Uma grande dúvida que paira na cabeça dos pais de jovens com deficiência é se as escolas estão preparadas para receber seus filhos. A resposta é não. A maioria das escolas e faculdades atualmente não tem a infra-estrutura necessária para acomodar pessoas com necessidades especiais.
Alguns fatos podem ser enumerados. Primeiro, as escolas acham que seria muito difícil adaptar suas salas de aula e seus professores para atender às necessidades desses alunos. Segundo, seria muito complicado treinar todos os professores para que pudessem dar aulas a deficientes auditivos e visuais. Terceiro, muito dinheiro teria que ser investido para que os alunos tivessem condições de circular nos locais. Sairia muito caro colocar elevadores, comprar programas especiais para pessoas com problemas de visão e transformar todos os livros em braile.
Portanto, o Brasil ainda não se mostra preparado para incluir esses alunos em suas salas de aula. O governo, ao mesmo tempo em que não faz cumprir as leis que cria, também não investe nas escolas para que essas se adaptem. E o pior, a sociedade em si cria barreiras para separar as escolas regulares dos alunos com necessidades especiais. Essa dificuldade é a mais difícil ser superada: o preconceito.
Escrito por Caio Martins às 02h20
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Rio de Janeiro tem o primeiro torneio de surfe para cegos
No último dia sete de novembro foi realizado no Rio de Janeiro o primeiro torneio de surfe para deficientes visuais no Brasil. Parte do projeto Especialmente Surf - O Surf visto por outros olhos, a competição teve como vencedor Julio Cesar, o Cego Slater.
A disputa foi realizada em duas baterias de quatro surfistas de ambos os sexos. Os mais bem pontuados se classificaram para a final. Além de Cego Slater, Karla Regina, Ericksson e Tamiris passaram para a decisão. Na grande decisão, Julio Cesar ficou com 14,26 pontos contra 14,16 da vice-campeã Karla Regina e garantiu o primeiro título da categoria. Ericksson teve 10,83 e Tamiris 6,23.
Julio Cesar adotou o apelido de Cego Slater em homenagem ao surfista Kelly Slater, nove vezes campeão mundial de surfe. Segundo o próprio, ele conseguiu representar bem o ídolo Slater na competição.
O torneio abriu a última etapa do Circuito Vivo de Surf Profissional, realizado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Por Daniel Junqueira
Escrito por Janine às 15h43
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Reme!
Projeto “Eu Vivo Remando” patrocinado pelo Instituto Vivo, o Clube de Regatas Bandeirantes e a AACD estão incentivando jovens portadores de qualquer tipo de deficiência para a prática do esporte [remo adaptado].
O esporte é muito semelhante ao “remo tradicional” a única diferença é a tamanho dos barcos, que é ajustado conforme o tamanho do competidor. O Clube de Regatas disponibiliza o local para treino que fica na USP.
O projeto iniciou-se em maio deste ano e conta com mais 15 integrantes na equipe e são treinados pelo técnico, Acácio Roberto Lemos, participante da equipe técnica da Confederação Brasileira de Remo Adaptado. O quadro de atletas é formado por pessoas da AACD e da Vivo.
 Divulgação/COB
Escrito por Caue às 23h22
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1º Simpósio sobre Deficiência Intelectual
A APAE de São Paulo vai organizar, nos dias 16 a 18 de novembro, o 1º Encontro Nacional de Irmãos e o Simpósio sobre Deficiência Intelectual: panoramas, avanços e desafios.
O objetivo do encontro é discutir com os mais variados agentes da sociedade, os familiares, profissionais da área, estudantes e outras ONGs, sobre o panorama geral da deficiência no Brasil e no mundo. Além disso buscara incentivar discussões e reflexões sobre o tema e possíveis soluções para os problemas de saúde e inclusão social, procurando melhorar as condições de vida dos cidadãos com deficiência intelectual.

Informações sobre o evento. 1º Encontro Nacional de Irmãos – 16 de novembro Simpósio sobre Deficiência Intelectual: panorama, avanços e desafios. – 17 e 18 de novembro Hora: das 9h as 17h Local: Milenium Centro de Convenções Rua Dr. Bacelar, 1043 - Vila Clementino – SP
Fonte: http://www.apaesp.org.br/NossosEventos.aspx?id=77
Escrito por Janine às 08h59
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Deficientes podem ter isenção de algumas taxas na compra de carro novo
Pessoas portadoras de alguma deficiência física seja ela completa ou parcial, podem ter direito a isenção de IPI, IOF, ICMS e IPVA, na compra de um carro novo. Lembrando que é preciso ter a Carteira de Habilitação com a indicação de guiar um carro com uma configuração específica. Algumas isenções como IPI e ICMS devem ser requeridas antes da compra e para aqueles que dependem de um condutor, poderão também adquirir tais isenções, algumas com uma parcela de desconto.
Essa é uma boa notícia para esses aqueles que dependem diariamente do transporte público de sua cidade, que está longe de ser suficientemente adequado. Além de ser um bom negócio, já que os deficientes na prática poderão adquirir carros com um valor 30% menor. O contra disso tudo é que em São Paulo, ao menos, o transito está cada dia mais caótico vale repensar se é melhor o conforto ou o tempo desperdiçado em kilômetros de trânsito na cidade.
Documentos Necessários
Laudo pericial: emitido por serviço médico oficial (instituição vinculada ao SUS); Declaração de disponibilidade de renda: a Secretaria da Receita da Fazenda oferece o modelo do documento. Comprovação de contribuição com INSS: expedido pelo instituto ou por contra-cheque. Exigência - O deficiente não pode vender o carro antes de completar três anos de uso. Caso isso aconteça, precisará recolher os impostos.
Escrito por Nalim às 09h02
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O papel do deficiente na sociedade
A sociedade de hoje em dia se comporta como hipócrita em relação ao portador de deficiência. Expondo que não existe preconceito, mas desde a descoberta da ciência no século passado que a sociedade veta os direitos deles de cidadãos. Naquela época para o homem o conhecimento da ciência era ter o controle sobre as leis da natureza, entretanto os portadores de deficiência eram visto como aberrações, que por mais que os novos conhecimentos surgiam, o fato de a pessoa ser diferente para a sociedade não existiam explicações que nem mesmo a ciência pudesse resolver.
A falta de democracia da sociedade é a conseqüência que o portador encontra nas dificuldades pra exercer seu papel de cidadão. O problema é que a questão do deficiente não é tratada como questão social e sim como um problema individual, pois cada um luta sozinho pelos seus direitos.
Podemos dizer que a exclusão da sociedade com portador de necessidades especiais é mais que um ato de discriminação ou preconceito, é proibição da igualdade entre todos. O deficiente não que ser igual, mas a possibilidade de, sendo diferente, ter acesso aos mesmos direitos. A ciência avança constantemente dando aos deficientes possibilidades de uma melhora na sua qualidade de vida, já a sociedade vai lentamente se adequando á eles, não são eles que precisam mudar mais sim a sociedade aceita-los com as suas diferenças, pois todo deficiente tem sua eficiência.
Escrito por Degiane às 10h20
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As caminhadas no campo ajudam a diminuir a depressão e a aumentar a auto-estima, ao contrário do que acontece quando os passeios a pé se limitam aos centros comerciais.
Essa é uma conclusão retirada de um estudo britânico, intitulado "Ecoterapia: Agenda verde para a saúde mental", que defende o reconhecimento da "ecoterapia" como tratamento de pessoas com problemas de saúde mental. O trabalho foi elaborado por investigadores da Universidade de Essex, em Inglaterra. Os pesquisadores compararam, em 20 pessoas com depressão, os efeitos de passeios a pé de 30 minutos num parque e de caminhadas da igual duração num centro comercial da cidade.
Segundo a Mind, uma associação de caridade britânica especializada em problemas de saúde mental, os resultados do estudo provam que a ecoterapia deve ser considerada "uma opção de tratamento adequada".
Depois dos passeios a pé na natureza, o nível de depressão de 71 por cento dos participantes baixou e a auto-estima aumentou em 90 por cento. Em contraste, entre os que caminharam num centro comercial, só 45 por cento mostraram uma diminuição do nível da depressão e 22 por cento um aumento. Além disso, 50 por cento destas pessoas ficaram mais tensas e 44 por cento perderam auto-estima
Para 94 por cento dos inquiridos, as actividades ao ar livre melhoraram-lhes o estado de saúde mental e 90 por cento indicaram que o exercício tinha melhores efeitos quando associado à natureza.
. "Nessa medida, qualquer exercício físico tem um efeito Antidepressivo , sendo que é património do bom senso que a vida ao ar é mais saudável do que no meio urbano", afirmou este especialista em depressão à agência Lusa. O que é novo, referiu, "é a confirmação deste último aspecto por via da investigação científica".
Escrito por Leandro às 18h29
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